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Renda dos Países Centrais, Emergentes e Periféricos

By : Kaique Ferreira



Países Centrais:
Os países desenvolvidos têm um crescimento da renda per capita que vai acompanhado de transformações no funcionamento do sistema econômico e, ao mesmo tempo, são observadas mudanças sociais, políticas e culturais que modificam ampliamente a estrutura social deste ou daquele país.

Até pouco tempo, o desenvolvimento estava vinculado somente ao crescimento econômico em termos de aumento do PIB (produto Interno Bruto) de um país, que, aliás, nos países desenvolvidos ultrapassa os 10.000 dólares/ano. Portanto supunha-se que todo o esforço deveria ser feito neste sentido. Verificou-se, porém, que a relação entre o aumento do PIB e a melhoria da qualidade de vida das pessoas não era verdadeiro em muitos casos. É preciso levar em conta...


Países Emergentes:

Um dos problemas mais complexos de política econômica na aceleração do desenvolvimento é a tendência para piora na distribuição da renda.  Isto vem ocorrendo na China, na Rússia e na Índia, sendo o Brasil uma das raras exceções, apesar de opiniões em contrário.
A maior escassez no desenvolvimento são empresários ágeis e recursos humanos de alta qualificação, e o preparo destes envolvem um processo demorado de educação e treinamento.  A escassez relativa acaba provocando uma rápida elevação do ganho de alguns segmentos, enquanto a massa de trabalhadores demora mais para incorporar melhorias de rendas reais.
Por mais que as autoridades estejam cientes destes problemas, os descompassos acabam ocorrendo, pois nem tudo pode ser controlado pela sociedade, mesmo nos regimes autoritários.  O mercado é muito lento para resolver estes problemas, e nem sempre as autoridades são imunes às pressões de alguns privilegiados.

Países Periféricos:
Nos paises subdesenvolvidos , há grande concentração de renda nacional em mãos de uma pequena parcela da população, enquanto nos desenvolvidos, a riqueza está mais bem distribuída. 
Há basicamente dois fatores que explicam a concentração de renda: O sistema tributário e a inflação. Esta, nunca repassada integralmente aos salários. Se os preços das mercadorias subirem sem que esse índice seja repassado aos salários, aumenta a taxa de lucro dos empresários e diminui o poder aquisitivo dos assalariados; com o constante processo de concentração de renda. 
O sistema tributário constitui o modo como são arrecadados os impostos _ que podem ser diretos ou indiretos em um país. É um poderoso mecanismo de distribuição de renda na forma de serviços públicos. 
O imposto direto é aquele que recai diretamente sobre a renda ou sobre a propriedade dos cidadãos. Pode ser cobrado de maneira progressiva e quem tem pouca posse paga menos ou fica isento. O governo pode distribuí-lo na forma de escolas ou hospitais, como financiamento da aquisição da casa própria, subsidiando setores econômicos geradores de empregos, saneamento básico entre outros. 
Os impostos indiretos, já estão incluídos nos preços das mercadorias. Pode ser considerado injusto quando assume proporções elevadas, já que é cobrado sempre o mesmo valor do consumidor, não importando a sua faixa de renda. É um imposto que pesa mais no bolso de quem ganha menos, pois não há possibilidade alguma de aplicar a progressividade na arrecadação e, portanto, distribuir a renda. 
fonte: http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Pa%C3%ADses-Centrais-e-Perif%C3%A9ricos/200558.html

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